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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

COMEI DA MINHA CARNE BEBEI DO MEU SANGUE

Chegou o momento no qual Jesus falou as palavras, mais importantes, concernentes ao Seu legado na terra.
Estas palavras sacudiram todos os Seus seguidores e provocaram a ira mais absoluta entre os religiosos do Seu tempo. Inegavelmente, Ele estava dizendo algo que estremeceu o inferno. Algo que marcaria a divisão entre aqueles que realmente tinham sido entregues pelo Pai, e aqueles que tão somente O seguiam por curiosidade ou por conveniência.
        "Eu sou o pão vivo que desce do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre.... Quem come a minha carne, e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia". João 6

Devemos observar que, para que o Pai possa dar vida, é necessário Ele apresentar a Jesus em forma de alimento, isto é, pão. Toda vida criada por Deus necessita não somente nascer, mas alimentar-se. De outra maneira, irá se debilitar e morrerá. O que é verdade para o terreno, é verdade para o espiritual.
 Jesus não falava ao acaso. Suas palavras eram cuidadosamente escolhidas, porque levavam nelas o Espírito do Pai. Ele disse: " Pois a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue é verdadeiramente bebida."
Aqui Jesus vai introduzir algo muito poderoso e escolhe para isto termos cotidianos: comer e beber. Ele não está falando de um ritual, nem de um memorial, nem está usando palavras religiosas, em absoluto. Está, sim, falando de algo tão simples como o nosso sustento diário.
Nosso espírito, para poder viver e se fortalecer, necessita comer todos os dias, tal como o nosso corpo. Ele estava estabelecendo algo que seria uma forma de vida, algo que deveria ser feito diariamente. Jesus queria fazer-Se presente em nosso espírito todos os dias. Se Ele quisesse nos dar um ritual para ser feito uma vez por mês ou uma vez por ano, Ele teria usado termos que simbolizariam uma ocasião especial. Comer e beber não são celebrações anuais ou mensais, mas algo VITAL E COTIDIANO.
Jesus tinha infundido em Seus apóstolos a importância de participar de Sua carne e de Seu Sangue para poder manter a vida eterna neles. Não somente manteria a presença de Deus continuamente, em seus espíritos, mas isso seria o requisito indispensável para FAZER AS OBRAS DE DEUS.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Perpetuação da Homofobia (parte1)

               Em 1944, a revista Life publicou o ensaio fotográfico de uma caça às raposas em Holmes Country, Ohio. As raposas viviam nos bosques e comiam principalmente camundongos e grilos, mas às vezes também galinhas e codornas. Isso, a reportagem explicou, "enfureceu os valentes homens de Holmes Country, porque eles mesmos queriam matar as codornas."
               Assim, num sábado cerca de seiscentos homens, mulheres e seus filhos se juntaram, um ao lado do outro, formando um grande círculo com, aproximadamente, oito quilômetros de diâmetro. Todos carregavam bastões e começaram a andar por dentro do bosque e dos campos, gritando e fechando o cerco para assustar as raposas, jovens e velhas, e tirá-las das tocas. Dentro desse círculo, que ficava cada vez menor, as raposas corriam de um lado para outro, cansadas e amedrontadas. Às vezes, uma raposa, por raiva, ousava rosnar e mostrar os dentes, e era imediatamente morta por tamanho atrevimento. Outras vezes, se continha em sua angústia e tentava lamber a mão de seu torturador. Também era morta. Em outros momentos, mostrava a foto, algumas raposas paravam, ficavam com os feridos e agonizantes. Finalmente, enquanto o círculo se fechava, com apenas alguns metros, as raposas restantes foram para o centro e, agrupadas, deitaram-se sem saber mais o que fazer. Acertaram as raposas feridas e agonizantes com os bastões até que estivessem mortas ou mostravam aos filhos como fazê-lo.
               Trata-se de uma história real. A revista Life fez a reportagem e tirou fotos. Aconteceu durante anos, em Holmes Country, todo  fim de semana.
                Hoje, sentimo-nos aviltados com tal crueldade, mas temos nossa própria caça às raposas... é só perguntar aos que estão afligidos pela AIDS. Infelizmente um enorme número de aidéticos pergunta-se se têm outra alternativa que não a de ir ao centro do círculo, deitar-se e morrer.
                Onde estamos nesse círculo? Onde você está? Onde Cristo estaria?
                 Nosso coração de pedra se transforma em coração de carne quando descobrimos onde os proscritos choram.
                 Sempre que o evangelho é invocado para diminuir a dignidade de qualquer um dos filhos de Deus, então, é hora de se livrar deste assim chamado "evangelho", a fim de experimentarmos o evangelho.


por Brennan Manning

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O óleo da unção


A oliveira e seu fruto são uma parte incrível da criação de Deus. A oliveira pode resistir a danos inacreditáveis e ainda permanecer viva. Aliás,uma oliveira pode ser cortada completamente na base do chão e ainda brotar com novos ramos. A chave da vida da oliveira está no seu sistema radicular. As oliveiras são plantas intermináveis, durante enquanto continuarem a receber nutrição. "O sol, as pedras, a seca, o silêncio e a solidão: esses são os cinco ingredientes que, de acordo com as tradições folclóricas italianas, criam o habitat ideal para a oliveira". É o necessário para nos tornarmos quem Deus pretende que sejamos. A oliveira e seu fruto são um dos símbolos mais poderosos referidos na bíblia. A própria árvore parece permanecer como símbolo dos filhos de Israel. Uma oliveira pode ser cortada ao chão e ainda sobreviver por causa da raiz. É feita prontamente a comparação com Israel e a raiz é similar às promessas de Deus. Com efeito, o ponto alto da nação de Israel moderna está baseado na profecia de Zacarias com a sua visão de duas oliveiras... A única aplicação da oliveira e do óleo que permanece na maioria das aplicações da Bíblia...é a manifestação do Messias. A palavra hebraica Meshiach é a base do título para o Messias. Significa literalmente "O Ungido". Não é curioso que o Messias, no final, tenha ido ao Monte das Oliveiras para ensinar os discípulos? Também é notável o fato de que, quando o Messias fez a grande obra de redenção por nós, ele atravessou o Cedrom para ir ao monte das Oliveiras, a um jardim chamado Getsêmani. Lá Ele orou, aguardou e agonizou pelo que ia acontecer. Getsêmani significa "lagar de azeite", local em que os frutos colhidos no Monte das Oliveiras eram prensados. É onde a vida de Yeshua foi prensada. O óleo da unção e "O Ungido" convergiram para o mesmo local. As oliveiras e o azeite de oliva são importantes para o comércio. Também são um símbolo prático poderoso da nossa fé em Deus. O óleo de oliva é usado para a unção, como combustível na luz da Menorá, como remédio, alimento e para se fazer sabão. O Messias é O Ungido, a luz nas trevas, a cura da nossa vida, a nutrição eterna para a nossa alma e o sabão que nos limpa. Até hoje a antiga sabedoria e compreensão sobre a oliveira ainda estão conosco. Mudou muito pouco a imagem dessa palavra. De todos os costumes que já ouvi sobre as oliveiras e o azeite de oliva, este é o meu favorito. Quando um homem tem comunhão ou amizade com outro, eles se assentam à mesa e , juntos, partem o pão. É a chamada comunhão da mesa. Entretanto, se a comunhão ou amizade é entre o melhor dos amigos, eles se assentam à mesa, partem o pão e, juntos, comem azeitonas.



por chuck pierce

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A Misericórdia de Deus jamais endossa o pecado


Se tivermos problemas ocultos, pecados, áreas de escravidão ou desobediência em nossas vidas, e se mesmo assim recebermos uma profecia totalmente positiva, não devemos concluir que o senhor está aprovando totalmente a nossa vida e está sendo complacente com o nosso pecado ou com a nossa situação. Moisés estava numa situação similar em Êxodo 3 e 4. Ele recebeu uma profecia concernente ao livramento de Israel da escravidão e a promessa da Terra Prometida(Canaã). Essa profecia foi confirmada por manifestações do poder divino. A vara se transformando em serpente e sua mão ficando leprosa foram dois sinais relacionados à profecia. Depois de algum tempo, Moisés se encaminhou para o Egito. No caminho, Deus foi ao seu encontro na intenção de matá-lo. Por quê? Moisés tinha pecado contra Deus deixando de circuncidar seu filho (Ex. 4.24-26). Como libertador do povo de Israel, Moisés não poderia desenvolver um ministério efetivo se ele próprio não cumprisse cabalmente o relacionamento de aliança com o senhor. A circuncisão era parte vital da aliança. Em sua desobediência, ele tinha quebrado a aliança com Deus. Assim, apesar de ter uma profecia e um propósito, ele continuava numa atitude de oposição a Deus, pois não obedecera à palavra revelada! Seu encontro profético com o Senhor não tinha revelado nenhuma das circunstâncias ocultas de sua vida. O fato da profecia não ter revelado o pecado não significava que o senhor estava sancionando a desobediência de Moisés. Seu fracasso em obedecer a aliança de Abraão o colocara em oposição a Deus. Sem duvida nós já vimos isso acontecer muitas vezes na igreja moderna, onde ministérios importantes fracassam por causa do pecado.

por Graham Cooke

sábado, 17 de julho de 2010

O Sangue: Um Pacto de Guerra



A vida está no sangue, que circula pelo corpo, suprindo nutrientes vitais por toda parte. Através do sistema circulatório ou cardiovascular, o sangue é fornecido aos órgãos do corpo célula por célula. O coração, os pulmões e os vasos sangüíneos, incluindo artérias, veias e capilares, trabalham em conjunto com aproximadamente cinco litros de sangue (média no corpo de um adulto ) para criar o fluxo desse círculo de vida. O importante é notar que o sangue faz mais do que apenas suprir a vida física. Levítico 17:11 diz, "Porque a vida da carne está no sangue... é o sangue que fará expiação em virtude da vida." Já podemos ver que o sangue tem um significado espiritual para nossa alma. Mais não é só isso. Provérbios 23:7 diz, "Porque, como imagina em sua alma, assim ele é". Sem tirar o versículo do contexto, podemos ver que o coração é pelo menos associado- se não o que controla- com nossos pensamentos. Obviamente,o cérebro é onde está armazenado nosso conhecimento, mas este versículo indica que não é o cérebro que pensa, e sim o coração! Se o coração pensa, envolve tanto nosso já desenvolvido sistema de crença como as informações acumuladas em nosso cérebro. E se esse for o caso, então nosso sistema cardiovascular que circula o sangue para fora e para dentro do coração é responsável pelo transporte de nossos pensamentos. Quando o coração bombeia sangue,carrega nossos pensamentos através de todo nosso corpo. Em princípio, todos os nossos órgãos estão respondendo à maneira de pensar de nosso coração.

por chuck pierce

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Na profundidade do coração de Jesus


A unidade e amor são vida. A vida de Deus, manifestada de forma verdadeira, busca necessariamente unir e amar. Ele ama até a última consequência, até esvair-se, na mais intensa dor, quando se dá o caso daquele ou aqueles aos quais ama, escolherem a separação eterna dele. Esta é a maior dor no coração de Deus, o profundo vazio e perda pela separação, ao saber que nunca mais estará com os que escolheram o inferno por suas obras. O amor não pode deixar de amar. Eternamente, Deus continuará amando aos que estarão no tormento e sentirá saudades deles. Quando Deus permite você viver em seu próprio coração o que ele mesmo sente, quando você pode tocar, por somente um segundo, as feridas abertas de seu coração, todo o seu ser se quebranta por causa dessa aguda e insuportável dor. Não há imaginação que possa concebê-la, nem palavras para narrar. É demasiadamente terrível. E quando se chega a compreender isto de verdade, você fará qualquer coisa. Até oferecer a própria vida para que ninguém se perca. Esta é a última e mais fervente oração de jesus, um clamor do mais profundo dele, porque ele entende a dor da separação. Jesus estava com o Pai quando ambos se amavam e se regozijavam no esplendor do amor maravilhoso entre eles e o primeiro casal. Jesus estava com o pai quando o diabo e o pecado lhe arrancaram violenta e radicalmente, com um só golpe, aquela que eles( O Pai e Jesus) fizera-na sua amada. Posso ouvir, em meu espírito, e quase não posso continuar escrevendo, o incomparável grito de dor que se ouviu em todo o universo quando o coração de Deus foi rasgado pela facada mortal do pecado De um instante para o outro, aquela que era a menina de seus olhos, seu deleite, a plenitude de seu gozo, aquela sobre a qual Ele se derramava e ela por Ele, de repente, havia sido arrancada violentamente de seus braços. Posso perceber o silêncio profundo nos céus. A voz da amada não se ouviria mais no jardim, a voz dele já não encontraria eco no coração enamorado e sedento de seu amor. Numa parte de si mesmo, Deus havia ficado só. Sua amada havia se entregado à morte. Dia e noite, por séculos, o diabo a destroçaria, iria humilhá-la e se alegraria levando-a aos extremos da dor mais cruel e impiedosa. E tudo isto diante dos seus próprios olhos. Os anjos presenciariam mudos, numa e noutra vez, os calafrios de dor que estremeceriam o universo. Foi a partir dessa mesma ferida, dessa separação, que Jesus sairia para vir buscar aquela que havia se perdido e devolvê-la ao Pai. Este é o fundamento do amor: Ele nos amou primeiro e deu Seu Filho unigênito para devolver-nos a vida eterna. Um pedacinho de Deus, que é nosso espírito, continua existindo em cada homem. Um pedacinho de Deus, em cada ser humano, é um selo de amor que no profundo de seu ser clama para voltar a encontrar esse amor do qual procedeu. O pecado não é uma coisa qualquer com a qual podemos continuar vivendo como se nada fosse. Nossos pecados continuam trasnpassando e dilacerando o coração do Pai.

Por Ana Mendez