Páginas

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O óleo da unção


A oliveira e seu fruto são uma parte incrível da criação de Deus. A oliveira pode resistir a danos inacreditáveis e ainda permanecer viva. Aliás,uma oliveira pode ser cortada completamente na base do chão e ainda brotar com novos ramos. A chave da vida da oliveira está no seu sistema radicular. As oliveiras são plantas intermináveis, durante enquanto continuarem a receber nutrição. "O sol, as pedras, a seca, o silêncio e a solidão: esses são os cinco ingredientes que, de acordo com as tradições folclóricas italianas, criam o habitat ideal para a oliveira". É o necessário para nos tornarmos quem Deus pretende que sejamos. A oliveira e seu fruto são um dos símbolos mais poderosos referidos na bíblia. A própria árvore parece permanecer como símbolo dos filhos de Israel. Uma oliveira pode ser cortada ao chão e ainda sobreviver por causa da raiz. É feita prontamente a comparação com Israel e a raiz é similar às promessas de Deus. Com efeito, o ponto alto da nação de Israel moderna está baseado na profecia de Zacarias com a sua visão de duas oliveiras... A única aplicação da oliveira e do óleo que permanece na maioria das aplicações da Bíblia...é a manifestação do Messias. A palavra hebraica Meshiach é a base do título para o Messias. Significa literalmente "O Ungido". Não é curioso que o Messias, no final, tenha ido ao Monte das Oliveiras para ensinar os discípulos? Também é notável o fato de que, quando o Messias fez a grande obra de redenção por nós, ele atravessou o Cedrom para ir ao monte das Oliveiras, a um jardim chamado Getsêmani. Lá Ele orou, aguardou e agonizou pelo que ia acontecer. Getsêmani significa "lagar de azeite", local em que os frutos colhidos no Monte das Oliveiras eram prensados. É onde a vida de Yeshua foi prensada. O óleo da unção e "O Ungido" convergiram para o mesmo local. As oliveiras e o azeite de oliva são importantes para o comércio. Também são um símbolo prático poderoso da nossa fé em Deus. O óleo de oliva é usado para a unção, como combustível na luz da Menorá, como remédio, alimento e para se fazer sabão. O Messias é O Ungido, a luz nas trevas, a cura da nossa vida, a nutrição eterna para a nossa alma e o sabão que nos limpa. Até hoje a antiga sabedoria e compreensão sobre a oliveira ainda estão conosco. Mudou muito pouco a imagem dessa palavra. De todos os costumes que já ouvi sobre as oliveiras e o azeite de oliva, este é o meu favorito. Quando um homem tem comunhão ou amizade com outro, eles se assentam à mesa e , juntos, partem o pão. É a chamada comunhão da mesa. Entretanto, se a comunhão ou amizade é entre o melhor dos amigos, eles se assentam à mesa, partem o pão e, juntos, comem azeitonas.



por chuck pierce

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A Misericórdia de Deus jamais endossa o pecado


Se tivermos problemas ocultos, pecados, áreas de escravidão ou desobediência em nossas vidas, e se mesmo assim recebermos uma profecia totalmente positiva, não devemos concluir que o senhor está aprovando totalmente a nossa vida e está sendo complacente com o nosso pecado ou com a nossa situação. Moisés estava numa situação similar em Êxodo 3 e 4. Ele recebeu uma profecia concernente ao livramento de Israel da escravidão e a promessa da Terra Prometida(Canaã). Essa profecia foi confirmada por manifestações do poder divino. A vara se transformando em serpente e sua mão ficando leprosa foram dois sinais relacionados à profecia. Depois de algum tempo, Moisés se encaminhou para o Egito. No caminho, Deus foi ao seu encontro na intenção de matá-lo. Por quê? Moisés tinha pecado contra Deus deixando de circuncidar seu filho (Ex. 4.24-26). Como libertador do povo de Israel, Moisés não poderia desenvolver um ministério efetivo se ele próprio não cumprisse cabalmente o relacionamento de aliança com o senhor. A circuncisão era parte vital da aliança. Em sua desobediência, ele tinha quebrado a aliança com Deus. Assim, apesar de ter uma profecia e um propósito, ele continuava numa atitude de oposição a Deus, pois não obedecera à palavra revelada! Seu encontro profético com o Senhor não tinha revelado nenhuma das circunstâncias ocultas de sua vida. O fato da profecia não ter revelado o pecado não significava que o senhor estava sancionando a desobediência de Moisés. Seu fracasso em obedecer a aliança de Abraão o colocara em oposição a Deus. Sem duvida nós já vimos isso acontecer muitas vezes na igreja moderna, onde ministérios importantes fracassam por causa do pecado.

por Graham Cooke

sábado, 17 de julho de 2010

O Sangue: Um Pacto de Guerra



A vida está no sangue, que circula pelo corpo, suprindo nutrientes vitais por toda parte. Através do sistema circulatório ou cardiovascular, o sangue é fornecido aos órgãos do corpo célula por célula. O coração, os pulmões e os vasos sangüíneos, incluindo artérias, veias e capilares, trabalham em conjunto com aproximadamente cinco litros de sangue (média no corpo de um adulto ) para criar o fluxo desse círculo de vida. O importante é notar que o sangue faz mais do que apenas suprir a vida física. Levítico 17:11 diz, "Porque a vida da carne está no sangue... é o sangue que fará expiação em virtude da vida." Já podemos ver que o sangue tem um significado espiritual para nossa alma. Mais não é só isso. Provérbios 23:7 diz, "Porque, como imagina em sua alma, assim ele é". Sem tirar o versículo do contexto, podemos ver que o coração é pelo menos associado- se não o que controla- com nossos pensamentos. Obviamente,o cérebro é onde está armazenado nosso conhecimento, mas este versículo indica que não é o cérebro que pensa, e sim o coração! Se o coração pensa, envolve tanto nosso já desenvolvido sistema de crença como as informações acumuladas em nosso cérebro. E se esse for o caso, então nosso sistema cardiovascular que circula o sangue para fora e para dentro do coração é responsável pelo transporte de nossos pensamentos. Quando o coração bombeia sangue,carrega nossos pensamentos através de todo nosso corpo. Em princípio, todos os nossos órgãos estão respondendo à maneira de pensar de nosso coração.

por chuck pierce

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Na profundidade do coração de Jesus


A unidade e amor são vida. A vida de Deus, manifestada de forma verdadeira, busca necessariamente unir e amar. Ele ama até a última consequência, até esvair-se, na mais intensa dor, quando se dá o caso daquele ou aqueles aos quais ama, escolherem a separação eterna dele. Esta é a maior dor no coração de Deus, o profundo vazio e perda pela separação, ao saber que nunca mais estará com os que escolheram o inferno por suas obras. O amor não pode deixar de amar. Eternamente, Deus continuará amando aos que estarão no tormento e sentirá saudades deles. Quando Deus permite você viver em seu próprio coração o que ele mesmo sente, quando você pode tocar, por somente um segundo, as feridas abertas de seu coração, todo o seu ser se quebranta por causa dessa aguda e insuportável dor. Não há imaginação que possa concebê-la, nem palavras para narrar. É demasiadamente terrível. E quando se chega a compreender isto de verdade, você fará qualquer coisa. Até oferecer a própria vida para que ninguém se perca. Esta é a última e mais fervente oração de jesus, um clamor do mais profundo dele, porque ele entende a dor da separação. Jesus estava com o Pai quando ambos se amavam e se regozijavam no esplendor do amor maravilhoso entre eles e o primeiro casal. Jesus estava com o pai quando o diabo e o pecado lhe arrancaram violenta e radicalmente, com um só golpe, aquela que eles( O Pai e Jesus) fizera-na sua amada. Posso ouvir, em meu espírito, e quase não posso continuar escrevendo, o incomparável grito de dor que se ouviu em todo o universo quando o coração de Deus foi rasgado pela facada mortal do pecado De um instante para o outro, aquela que era a menina de seus olhos, seu deleite, a plenitude de seu gozo, aquela sobre a qual Ele se derramava e ela por Ele, de repente, havia sido arrancada violentamente de seus braços. Posso perceber o silêncio profundo nos céus. A voz da amada não se ouviria mais no jardim, a voz dele já não encontraria eco no coração enamorado e sedento de seu amor. Numa parte de si mesmo, Deus havia ficado só. Sua amada havia se entregado à morte. Dia e noite, por séculos, o diabo a destroçaria, iria humilhá-la e se alegraria levando-a aos extremos da dor mais cruel e impiedosa. E tudo isto diante dos seus próprios olhos. Os anjos presenciariam mudos, numa e noutra vez, os calafrios de dor que estremeceriam o universo. Foi a partir dessa mesma ferida, dessa separação, que Jesus sairia para vir buscar aquela que havia se perdido e devolvê-la ao Pai. Este é o fundamento do amor: Ele nos amou primeiro e deu Seu Filho unigênito para devolver-nos a vida eterna. Um pedacinho de Deus, que é nosso espírito, continua existindo em cada homem. Um pedacinho de Deus, em cada ser humano, é um selo de amor que no profundo de seu ser clama para voltar a encontrar esse amor do qual procedeu. O pecado não é uma coisa qualquer com a qual podemos continuar vivendo como se nada fosse. Nossos pecados continuam trasnpassando e dilacerando o coração do Pai.

Por Ana Mendez